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Quebrando nossas próprias regras  (Um toque) escrito em terça 02 fevereiro 2010 22:12

Blog de cristificados :Juventude Cristificada, Quebrando nossas próprias regras

Quebrando nossas próprias regras

 

Cada um de nós carrega dentro de si algumas regras, ou mesmo um livro cheio delas. Aí depende do cliente.

Tem gente que tem regra pra dar “Bom dia” (eu, por exemplo), tem gente que tem regra pra pedir desculpas, tem gente que tem regra pra ter regra e ainda há aqueles que têm regra contra ter regras. Enfim, cada um de nós tem suas próprias leis.

Essas leis, chame de 'consciência' se achar melhor, são os parâmetros, as ‘tintas’ pré-definidas com as quais pintamos nossa personalidade.

Uns são fechados, em tons escuros, como o cinza.

Outros são super-abertos, cheio de cores alegras.

E outros ainda são camaleões, que mudam de acordo com a circunstância (e o seu próprio humor, é claro).

E isso tudo que falei acima faz-nos quem somos. Definem nosso modo de agir. Desenham nosso ‘jeito’.

Porém, de vez em quando, é bom quebrar as regras.

Quem não já ‘gazetou’ (‘matou) uma aula chata por um bom papo com os amigos?

Quem não já ‘afanou’ (roubou) algumas frutas do quintal do vizinho?

Quem não já deu uma olhadela na prova do colega naqueles exames bem ‘carrascos’?

Enfim, todos nós já quebramos regras.

Não que isso seja louvável, mas fez e faz parte da formação de qualquer ser humano. E de certo modo, nenhum de nós se arrepende da maioria das traquinagens do passado.

De fato, parece ser prazeroso quebrar regras.

E o é, na verdade.

Porém, para que haja uma regra, certamente há uma conseqüência. E o ‘prazer’ desta, se houver, é do punidor, não do punido (nós). Um bom exemplo é o pecado. Todo pecado é prazeroso, mas todo tem uma conseqüência, muito direta inclusive.

Não vamos aqui discorrer sobre elas, pois isto nos custaria muito tempo. Atenhamos-nos às regras.

E no tocante à elas (as regras), já observamos aqui que, embora o peso de uma quebra de regras seja distinto entre roubar uma goiaba do vizinho e roubar o carro do vizinho, por exemplo, todas elas tem iminentes conseqüências negativas.

Porém, há um tipo de quebra de regras que é altamente positiva. É quando quebramos nossas próprias regras.

Estas tais regras não estão escritas em lugar nenhum. Elas, geralmente, delineiam nossa aversão ou predileção por determinado lugar, coisa, situação, tipo de pessoa, enfim, coisas simples.

Quer um exemplo?

Você já percebeu como nós, muitas vezes, ‘selecionamos’ as pessoas para quem falamos de Deus?

Você já percebeu como nós, muitas vezes, ‘escolhemos’ as pessoas para quem sorrimos?

Você já percebeu como nós, muitas vezes, ‘definimos’ quem pode e quem não pode conhecer quem somos de verdade?

São nossas regras.

Definimos o que podemos e o que não podemos, sem perceber. Isto pode ser bom, por um lado. Mas, também pode esconder, por outro lado, o nosso medo ou aversão à determinada situação.

Talvez, devêssemos escolher um dia para enfrentar estes tais medos quebrando estas regras, simplesmente.

É surpreendente quando nós quebramos nossas próprias regras. Muitas vezes as conseqüências dessa quebra são muito diferentes daquilo que nós imaginávamos. Não só surpreendemos quem está a nossa volta, como também à nós mesmos.

Um abraço, um sorriso, uma mão estendida, uma gentileza, um ato ‘inimaginável’ para ‘uma pessoa como você’ pode fazer TODA a diferença.

Falo de uma ‘pequena mudança radical’. De uma mudança repentina. De um ‘boom’.

Experimente quebrar uma de suas próprias regras hoje.

Nunca abraçou e beijou sua mãe ou seu pai? Faça isto hoje.

Nunca sorriu para o vigia carrancudo do seu prédio? Sorria hoje.

Nunca leu a Bíblia em público? Leia, ué, o que os outros vão fazer?

Quebre hoje suas próprias regras e veja como o mundo pode ficar ‘diferente’.

Aliás, o mundo sempre desse jeito, ‘diferente’. Nós é que estamos sempre ocupados demais em seguir nossas tais ‘regras’.

 

 

Abraço, Paz e Coragem

Precisando de uma xícara de açúcar, gigantih@hotmail.com

 

 

Escrevendo e ouvindo...               Narnia – Show All the World

                                           “...Show all the world that freedom shall come

 And sins were forgiven for mankind...”

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Um toque - Escolhas que não podemos escolher  escrito em terça 10 novembro 2009 18:18

Blog de cristificados :Juventude Cristificada, Um toque - Escolhas que não podemos escolher

Escolhas que não podemos escolher

 

É comum ouvirmos que “na vida, sempre há dois caminhos a seguir...”, que “a vida é feita de escolhas”. Certo ou errado, Bem ou Mal, etc.

Deus quis assim, e nos deu o livre arbítrio para que pudéssemos decidir entre um ou outro caminho (nunca ‘os dois’). São caminhos que têm prós e contras ‘equivalentes’, aparentemente. E, a partir do momento que escolhemos por um dos dois, escolhemos também quem caminhará ao nosso lado; ou o Pai ou ...

Porém, há situações que nos são surpreendentes, que nos pegam na ‘contramão’, que nos causam profundo impacto.

Estas situações, as que me refiro, não são ‘de escolha’, como a maioria. São de ‘situações de confiança’. Não são momentos em que você escolhe se quer isto ou aquilo, ou assado ou cozido. Elas somente ‘acontecem’, assim, de forma abrupta, e quando tentamos pensar em fazer alguma coisa, nos percebemos de mãos atadas. Nessas situações, Deus nos prova a confiança que temos nEle.

Então, você, mesmo que já tenha vivido diversas situações, tomado muitas decisões e sempre primado por seguir pelo caminho correto, se vê “sem caminho a seguir”.

É como se estivesse numa estrada, longa, de diversos terrenos e obstáculos, em que, de vez em quando, você se defrontasse com bifurcações. E você sempre escolheu o caminho que achava correto. Porém, ainda na mesma estrada, você chega a um ponto onde não consegue mais enxergar nada, nem à frente, nem de um lado, nem de outro. E então, pára, pois não há mais como seguir. Simplesmente não há mais ‘para onde’ seguir.

E durante nossa vida, é assim que nos encontramos, por muitas vezes.

Sim, a vida é feita de escolhas, mas, às vezes, são ‘escolhas que nós não podemos escolher’. Só podemos confiar.

Deus costuma nos apresentar situações inimagináveis, absurdas, inaceitáveis humanamente. Perdemos pessoas que pareciam ‘para sempre’ nossas. Perdemos oportunidades pelas quais esperamos a vida toda. Perdemos, enfim, o rumo da vida.

Antes, o caminho, apesar de pedregoso, pelo menos era visível. Neste momento, não é mais. Você não sabe para onde ir.

Esquerda?

Direita?

Em frente?

Não.

Só há um lugar para onde se pode ir, quando o mundo desaba em nossas cabeças. Só há um lugar onde nos sentiremos confortados em nossa angústia, aliviado de nossas dores. Só há um lugar onde a vida fará sentido.

O chão.

Sim, o chão, de joelhos, com o espírito humilde, admitindo a si mesmo a própria incapacidade de agir em determinada situação. E o mais importante: entregando-a, de vez, nas mãos de Deus.

O chão no qual pisamos, que sujamos, limpamos, é também lugar de descanso. Descanso espiritual. Os joelhos no chão são a mais profunda representação de miséria, de humildade, de pobreza. É quando nos colocamos em nosso lugar, de simples homens, criaturas do Criador, servos do Senhor.

Quando não vemos mais o caminho, quando a luz se apaga e a ‘bússola da vida’ falha, então, é hora de seguir. Seguir para o chão e somente confiar. Que a luz se acenda, que a estrada se ilumine novamente, que seus olhos se abram e que o caminho possa voltar a ser ‘caminhado’, novamente.

Mas, para isso é preciso confiar.

Ah... E a confiança é tão difícil de ser encontrada nessas horas... Quando na fartura e na alegria ela se encontra ali, do nosso lado, na tristeza e no desespero ela foge, se esconde e só é encontrada lá no fundo da nossa humanidade.

Então, meu irmão, se a situação está fora do seu controle, se suas tentativas já se esvaíram e se seu caminho está escuro, é hora de confiar.

É hora, mais do que todas as horas, de ir para o chão. Despir-se do fútil, das máscaras, das mágoas e tomar a única decisão sensata.

É desses momentos, de cegueira completa, que nascem os grandes homens e as grandes mulheres. Aqueles que souberam tomar o melhor caminho quando não havia mais caminho. Aqueles que souberam confiar no inconfiável, crer no inacreditável e tocar no impossível. Enfim, são aqueles que souberam descer ao chão da miséria, para mais adiante, subir ao céu da Glória.

Confie.

Apenas.

 

 

Amém?

 

 

Abraço, Paz e Fé.

Precisando... gigantih@hotmail.com

 

 

Escrevendo e ouvindo...               Vida Reluz – Confia em Mim (ao vivo)

                                                    “Não tenhas medo, pois eu estou aqui...

...quero guiar os passos teus...”

 

 

 

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E quando o tédio bater... Escreva!  escrito em quarta 04 novembro 2009 12:50

Blog de cristificados :Juventude Cristificada, E quando o tédio bater... Escreva!

E quando o tédio bater... Escreva!

 

 

Escreva mesmo, ainda que você ache que não saiba escrever.

Escrever é uma graça de Deus, porém, poucos se dão conta disso. Nos tempos antigos, lá nas origens do mundo, o homem tinha anseio de poder arquivar seus conhecimentos para a posteridade. Ele queria se imortalizar, de alguma forma, queria garantir a continuidade de sua geração. E descobriu, um dia, que poderia fazê-lo através da linguagem, não exatamente a ‘escrita’, tal qual a conhecemos hoje.

A dita ‘escrita’, surge lá pelos anos de 400 a.C., porém, demorou bastante para fugir do ‘monopólio’ da camada economicamente dominante. Hoje em dia, a grande maioria das pessoas do mundo sabem escrever. E nem se dão conta que o sabem.

De vez em quando, vemos na TV matérias sobre pessoas do interior das cidades, pessoas humildes, que nunca tiveram acesso à educação formal, que estão aprendendo a ler e a escrever e se encantam com isso. “Grande coisa, ler e escrever...”, alguns diriam.

Pois é grande coisa sim!

Para quem nunca teve oportunidades de estudo é um feito saber escrever, pelo menos, o próprio nome. Todo esse encanto é pelo simples fato de conseguir imitar um código lingüístico, uma simples palavra. Parece algo bobo, mas o ato de escrever, por si só, carrega algo de mágico.

Esse ‘mágico’ da escrita consiste na beleza da subjetividade que ela pode conter. Por exemplo, uma das mais belas obras de Deus na história foi um escrito: a Bíblia. E foi dali que surgiu a minha e a sua fé. Das palavras. Da expressividade dos sagrados autores. Do simples ato de escrever.

Escrever é uma das formas mais belas de nossa expressão. E muitas pessoas só se descobrem quando descobrem o seu ‘eu escritor’, quando a sua personalidade desabrocha na tela do Word ou numa folha de caderno.

Escrever reaviva um pouco daquele brio infantil, de criança que está aprendendo a viver, da liberdade de um andar de bicicleta ou subir na velha árvore.

Escrever não tem regras, só tem começo e nunca fim. É um ato livre de nossa mente, livre para criar, para se expressar, desabafar, imaginar.

Não sou do tempo em que se escrevia diário, mas, que bom seria se a prática perdurasse. A sociedade contemporânea não gosta de escrever, não gosta de quem gosta de escrever, porque tem medo de se expressar. Tem medo das críticas, das correções, de cair nos lugares-comuns da vida.

Quem escreve, decerto, vive num outro mundo, por alguns minutos. Longe deste, que é tão cheio de pressa, de ganância, de ‘pró-atividade’ vazia. E isto é bom. Não significa esquecer a realidade, ou viver num mundo fantasioso, ou fugir dos problemas. É mais, bem mais que isso.

Eu não sabia disso há três anos, antes de começar a escrever o Cristificados. E hoje, sei que preciso olhar pra trás, para os textos antigos, relê-los para lembrar quem ainda sou.

Escrever, na verdade, é um processo de releitura de si mesmo. É se reescrever, para escrever mais alegremente a própria vida.

Portanto, quando o tédio bater, lembre-se que você possui ‘em mãos’ a habilidade para reescrever seu dia.

Passeando por umas caixas velhas, aqui em casa, vez ou outra encontro uns livros com textos, rabiscos, desenhos da minha adolescência ou infância. E, às vezes, me pergunto por que não me livrar de toda essa tralha.

A resposta é que esta ‘tralha’ algum dia, de algum modo me reescreveu e me ajudou a me tornar o que sou hoje.

E o que sou hoje?

Nada demais, mas... feliz.

 

 

Abraço, Paz e Mãos à obra, reescrevendo a vida.

Tamos ae... gigantih@hotmail.com

 

 

Escrevendo e ouvindo...               Theocracy – The Writing in the Sand

When the writing in the sand has washed away

I could never turn and walk the other way

For the words are carved into my very soul”

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Coisas do S2 - "Brigas ou Beijos"  escrito em terça 27 outubro 2009 17:34

Blog de cristificados :Juventude Cristificada, Coisas do S2 - 'Brigas ou Beijos'

Brigas ou Beijos?

 

“Ninguém gosta de brigar”, “As brigas acabam com o namoro”, “A pior parte do namoro é a briga”.

Pois, saiba querido leitor, que eu discordo de tudo isso aí em cima, pois: eu gosto de brigar; para mim, as brigas constroem o namoro; e uma das melhores partes do namoro é a briga.

...

(tá achando que eu perdi o juízo, não?)

Pois, eu digo e reafirmo tudo o que disse. E antes que você clique no X vermelho, no canto superior direito desta janela, eu explico.

Claro, não sou nenhum louco para gostar de brigar, propriamente dito. Mas, nos meus poucos anos de vida, percebi que as brigas são importantíssimas para o sucesso de um namoro e, essenciais, para que o namoro vire casamento.

As brigas surgem das nossas limitações, de ciúmes, de palavras mal-ditas, de falhas de comunicação e, principalmente, de traumas mal-curados. Por isso é tão importante brigar. Tenho certeza no que vou afirmar: 90% dos casamentos que não deram certo é resultado brigas mal-resolvidas no namoro. E tudo o que é mal-resolvido no namoro é ‘pior-resolvido’ no casamento.

Nisso tudo que eu disse até agora, você, provavelmente, ainda não está entendendo porque eu vejo boas coisas nas brigas de namoro. E, é legítimo que você ainda não entenda, pois o ponto chave eu ainda não revelei. O ponto chave não é o ‘brigar’ em si, mas o resolver a briga.

Quando um casal, que se ama, briga, ele deve sentar, discutir os motivos da briga, discutir a origem dela, discutir as conseqüências e, principalmente, deve resolver a briga. E esse, o ‘resolver’, que é a pedra de tropeço para quase todos os casais de namorados.

É simples: como ninguém gosta de brigar, todo mundo quer acabar com a briga, com o desentendimento, o quanto antes. Então, vale tudo para os dois pombinhos voltarem a ‘se bicar’, certo?

Errado.

Esse é o ponto.

Não se resolve a briga num beijo, num pedido de desculpas, no calor da saudade do amado ou numa declaração de amor. A briga se resolve racionalmente, conversando, combinando e não num sentimentalismo artificial. Quando se tenta resolver ‘na marra’, maquiando com emoção e sentimentalismo a resolução de um desentendimento, a tendência (inevitável, diga-se) é que a mesma briga volte a acontecer daqui a um, dois meses, três anos, enfim, ela sempre retornará (cada vez pior).

A briga precisa ser entendida como um mecanismo humano de revelar que há algo errado na relação entre as pessoas, os namorados, no caso. É como a dor para o corpo humano; se você sente uma dor de cabeça constante, certamente há algo de errado com você e você precisa ir ao médico. Porém, a maioria das pessoas vai tomar um analgésico. E a dor vai “passar”, por ora, mas vai voltar, porque você não a tratou. E assim é com o namoro. Briga resolvida com ‘analgésico sentimental’ sempre volta e nunca é ‘curada’.

Agora, certamente, você já captou o que eu queria dizer quando disse que “brigar é bom”. Mas, que fique claro que brigar é bom, SE (e apenas SE), a briga for bem resolvida e o casal aprender algo com ela. Caso contrário, aí sim, as brigas serão o fim de seu namoro.

Os casamentos que não deram certo, os 90% que eu disse acima, é resultado se casais que não brigavam ou ‘brigavam mal’. E as brigas mal-resolvidas, aquelas que são “jogadas para baixo do tapete” no namoro, voltam à tona no casamento com a convivência mais próxima, diária, dos, antes namorados, agora casados. Por isso, é tão importante ‘aprender’ a resolver brigas no namoro. É um exercício de maturação. Veja bem, não estou incentivando você a sair por aí brigando com seu namorado. Não é isso. Apenas estou dizendo que se há muitas brigas no seu namoro, mais do que se preocupar, você deve aproveitar a oportunidade para crescer.

Não falo de brigas do tipo “porque o cabelo dela está desarrumado”, “porque ele se atrasou quinze minutos”. Isso é inútil.

Falo de brigas por ciúmes, que podem ser fruto de traumas antigos, dos quais ninguém gosta, mas todo mundo precisa falar. Falo de brigas por palavras mal-ditas, que podem carregar uma opinião ‘escondida’ que ‘escapou’ no momento da briga. Falo de brigas que, de fato, expõe problemas a serem corrigidos no seu namoro e que farão do seu futuro casamento um rocha sólida, a qual nenhum desentendimento bobo poderá sequer ‘balançar’.

Por fim, meu irmão, se você se esquiva de brigar, morre de medo de gerar uma discussão e estragar seu ‘conto de fadas’, cuidado. Você pode estar construindo um lindo, um maravilhoso, um magnífico castelo... de areia.

A casa firme, “sobre a Rocha” (by Jesus), é construída na verdade, na honestidade e, principalmente, na coragem de tocar nas feridas. As desconfianças só são diluídas sob a água viva da sinceridade.

O seu namoro, acredite, precisa mais de brigas do que de beijos.

 

 

Amém?

 

Abraço, Paz e muita paciência (você vai precisar...).

Estamos aí... gigantih@hotmail.com

 

 

Escrevendo e ouvindo...               Narnia – Long Live The King

                                        “I wanna live, wanna FIGHT, yeah, long live The King

…cause in the end we will win”

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Dica de Filme: "Josué"  escrito em quinta 22 outubro 2009 16:51

Blog de cristificados :Juventude Cristificada, Dica de Filme: 'Josué'

Josué: o “simplificador”

 

Há cerca de seis, sete meses atrás eu estava andando pelo centro da minha cidade. E estava decidido a comprar alguns filmes para assistir com minha namorada; filmes cristãos e algumas comédias decentes. As comédias não encontrei, afinal, comédias decentes são raras. Os filmes cristãos achei alguns.

Comprei, inclusive, um filme chamado “Josué”. Comprei pensando que seria mais um daqueles filmes antigos, que contam a história dos grandes da fé e, por sinal, Josué era nome de um deles, o que sucedeu ninguém menos que Moisés.

Pois bem.

Chegada a sexta-feira, eu, minha namorada e a irmã dela fomos assistir aos filmes. O escolhido para iniciar a “sessão” foi o tal “Josué”. E qual não foi a minha surpresa de ver que não se tratava de um filme histórico, nem sequer do mesmo Josué que eu pensava.

O Josué do filme era um artesão que acabava de chegar a um pequeno vilarejo. E lá, buscou um lugar para dormir, arranjou uma espécie de estábulo como ‘lar’ e, dali então, se desenrolaria a história. O vilarejo era pequeno, do tamanho de um bairro da sua cidade, por exemplo, então, as pessoas logo notaram a presença do ‘estranho’.

A ação do forasteiro na história do filme começa quando ele encontra um templo evangélico, humilde, de madeira, destruído por uma tempestade que caíra há alguns meses. E ele, então, começa a mexer nos destroços e a tentar restaurar a construção. E, a partir da reconstrução deste pequeno tempo, ele começa uma grande reconstrução na vida de cada uma das pessoas da vila.

Padres, bispos, pastores, jovens, donas-de-casa e até mesmo o Papa são personagens desta história. E todos eles, seja ele de que nível hierárquico religioso for, acabam se deixando seduzir pela simplicidade deste homem.

Ok... vamos parando por aqui, afinal, minha intenção não é contar o filme para você, caro leitor, mas, sim, deixá-lo curioso para vê-lo.

Posso lhe dizer, sem pestanejar, que este foi o filme mais marcante que eu assisti na minha vida. E ele não é uma mega-produção, os atores não são os mais famosos e é até, relativamente, difícil encontrá-lo nas lojas, locadoras ou mesmo na internet. Mas, tem uma história que é ‘sutilmente arrebatadora’.

Seja você cristão ou não, católico ou protestante, jovem ou idoso, homem ou mulher, assista. Assista com sua família, com seu namorado, com seus amigos, na sua igreja, na sua escola, no seu trabalho, sei lá... assista.

Para mim, foi momento que Deus me chamou e me fez refletir como a gente complica o que é simples. A mensagem é que a fé e o amor não vêm das palavras, ou das repetições bíblicas decoradas, ou das máscaras religiosas que costumamos usar.

O que é essencial vem das coisas simples, das gentilezas sinceras, dos sorrisos espontâneos, dos favores descompromissados, da alegria do dar-se. 

Assista.

A simplicidade do coração daquele Homem vai ‘simplificar’ a sua vida.

 

Precisando... gigantih@hotmail.com

 

Escrevendo e ouvindo...                                            Narnia – Scared

                                                                    “What can I do? Want to be more like You

                                                                  I want to be brave, but I’m scared and broken too”

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